Ato contra reforma da Previdência

O ato unificado das Centrais Sindicais reuniu milhares de trabalhadores no Vão do Masp, nesta segunda-feira (19), em São Paulo, na Avenida Paulista. A manifestação fechou um dia cheio de mobilizações na capital e no interior, com paralisações e protestos da Jornada Nacional de Lutas Contra a Reforma da Previdência.

As duas vias da avenida foram tomadas pelos manifestantes em mais de um quarteirão da Paulista. Em nome da CSP-Conlutas, Luiz Carlos Prates reforçou a importância da mobilização para enterrar as reformas, resgatando a necessidade de luta pela revogação da reforma trabalhista e outros ataques.

 

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“A força desse ato nos mostra a insatisfação do povo com o governo e as reformas. E é nessa luta que vamos construir uma alternativa do povo pobre, dos trabalhadores, para que os debaixo derrubem os de cima e conquistemos uma alternativa socialista para os trabalhadores nesse país. Este dia de mobilizações foi uma grande vitória”, afirmou Mancha.

 

Além da pauta principal contra a reforma, os movimentos sociais e entidades sindicais expressaram repúdio à intervenção militar no Rio de Janeiro, além de reforçarem o chamado ao 8 de março para as mobilizações no Dia Internacional de Greve de Mulheres.

 

“Temos que preparar a luta de resistência contra a reforma trabalhista, porque ela também ataca os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras. Por isso, o 8 de março passa a ser muito significativo para nós. É dia de estarmos lado a lado com as companheiras para levantar mais esta luta”, convocou o presidente da Fenametro, Celso Borba.

 

“Também precisamos dizer em alto e bom som ‘não à intervenção militar no RJ, sem esquecer que no Rio não é de hoje que os militares estão nas ruas. Na Copa do Mundo já estavam lá, nas Olimpíadas já estavam lá. E quem sofre com isso é o povo pobre, da periferia. Queremos dinheiro para saúde, educação, moradia, saneamento básico e não para mais militarização”, concluiu.

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